Percebi, aos poucos e por pequenos detalhes, que sou proprietário de um conceito e não de um carro.
Páro no posto de gasolina e o frentista:
- Bacana, hem doutor? Que ano é? Lá na minha cidade eu andava muito em um de meu tio.
Vou no eletricista e entra uma senhora:
- Olha! Andei muito num destes quando era nova, no sítio de meu pai! Que saudade...
Quando paro num semáforo, sempre tem um olhando. De repente pergunta:
- Quanto vale? Quer vender?
Estaciono e quando olho o carro virou Play-ground, com as babás conversando tranquilamente e em paz, enquanto os pimpolhos dão pulos na caçamba, sacudindo para frente e para trás...
Levo para realizar algum reparo e acompanho o serviço todo, sempre explicando como se manuseia, que não adianta dar porrada...
Na garagem tem sempre uma manchinha de óleo.
É um conceito.
Não um carro.
E sempre tranquilo, pois se ela me deixar na mão em algum lugar inóspito, tendo uma Silver Tape, um Durepóxi e um arame, provavelmente voltará para casa.
É isso.
Se você também tem um Fiat 147...
Bem-vindo à turma!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Eu quero esse também!

Dessa mesma cor, se possível...

Eu quero!!!!

Se tivesse da picapinha então...

domingo, 18 de janeiro de 2009

Mais um lote de coisas estranhas...

Mais um lote de coisas estranhas...

Coisas estranhas...